[...] e por medo de chorar deixamos de sorrir, por medo de diminuir, deixamos de crescer, por medo de ser feliz, deixamos de amar, continuando sem saber o que é ser feliz. E pior: correndo o serio risco de nos acostumar-mos com o triste sabor da “ taça amarga da vida”.
28 de jan. de 2011
Com o tempo a gente percebe que às vezes o amor morre, a importância se desfaz e a amizade se perde. Com o tempo a gente percebe que certas coisas que pareciam ser tão importantes, hoje já não fazem o mínimo sentido .