[...] e por medo de chorar deixamos de sorrir, por medo de diminuir, deixamos de crescer, por medo de ser feliz, deixamos de amar, continuando sem saber o que é ser feliz. E pior: correndo o serio risco de nos acostumar-mos com o triste sabor da “ taça amarga da vida”.
20 de out. de 2011
Que o futuro me traga risos , que o presente não me decepcione , e que o passado fique para trás .